Inventando versos
Que fome é essa
Que corroe até minha alma
Me deixa indignado
Me faz perder à calma
Tristeza profunda de não ter o que
comer
Pobre homem chora ao ver
seu filho, sem chance, sem vida
Que veio para este mundo
Pensado em sobreviver
A era da arrogância e da
prepotência
é agora e, tende a continuar
o meu povo,a minha gente
se acabando pela boca sem poder se
alimentar
O capital é para o rico um forte
aliado,
Subordinando o mais humilde.
Deixando-o sempre condenado;
Sem teto, sem vida, como diz o
popular;
Ficando sempre mais lascado.
Todos têm direito a vida, ao esporte
e ao lazer;
A saúde, a educação e também,
dignidade.
O direito de ser livre e até mesmo
o que comer;
O direito ao respeito e também a liberdade.
(Autor: Joãozinho Teixeira)
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